O “Amor” no Cotidiano

o amor no cotidiano
As pessoas alegam Amar a carne de porco e os animais, mas criam estes animais com privações de vida cotidiana horripilantes, em seguida matam, cozinham sua carne e se alimentam da mesma.
As relações de consumo e o neologismo intrínseco à estas disparidades e divergências éticas, morais e comportamentais na comunicação, moldam um novo “ser”.

O ser humano “moderno” chega a matar animais para cobrir a própria pele e se proteger do frio, num gesto pré-histórico sob diversos pretextos e/ou argumentos que no fundo são imposição de status produzido pela indústria da moda.
o amor no cotidiano
Outros amam as pessoas de acordo com a perspectiva de satisfação íntima quanto a identidade de critérios relacionados a anatomia de seu parceiro(a), sobre o pretexto de permuta de tempo entre as atividades do cotidiano e o companheiro(a).
Talvez não seja a toa que o coração desenhado como ícone do amor propriamente dito seja a representação gráfica da extremidade final da coluna vertebral no ponto em que o distinto muda de nome com uma apresentação mais sutil do que realmente significa a imagem.
Se sentir adequado a uma sociedade “doente” não transmite a ideia de saúde ou sanidade em seu contexto e entendimento mais amplo da palavra.
O “Amor” no Cotidiano O “Amor” no Cotidiano Reviewed by André Rossiter on 08:05 Rating: 5

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